quarta-feira, abril 22, 2009

Tarde nas Caldas (da Raínha)

Eu não estive só no parque, mas foi onde me apeteceu tirar fotos. Começando por esta coisa coberta de folhas, que não sei o que seja.

A intenção, aqui, era capturar as velhas que se tapam com guarda-chuvas. Mas, mais uma vez, a medíocre camera do telefone não ajuda.

Casa dos Barcos. Este ano ainda não houve nenhuma exposição decente aqui. Infelizmente.

Populus, ao fundo, onde estavam duas gémeas sentadas, que me são particularmente aprazíveis. São elas e a voz da Mónica.

Lago. Upa, upa.

N.A.: Notei que, clicando na imagem, e vendo-a no seu tamanho natural, se vêem algumas das coisas que refiro e que, com a imagem apenas em thumbnail, não se notam. Peço, portanto, mais uma vez, que se dêem ao trabalho de clicar nas imagens, para as verem em tamanho normal.

terça-feira, abril 21, 2009

cabelo (lol)



(sim, eu tenho cabelos brancos)

segunda-feira, abril 20, 2009

duas razões pelas quais não gosto da primavera:

1. Há coisas brancas a flutuar.
2. Há o meu cabelo.

domingo, abril 19, 2009

novo exanimatus


Como não consegui recuperar o antigo, criei um "novo" exanimatus, alojado no mesmo endereço/url - http://exanimatus.blogdrive.com, com uma nova imagem (pelo menos, no que às imagens diz respeito - pode-se dizer que o novo exa já não é "o blog das caveiras", como tantas vezes lhe ouvi chamar). Por enquanto, ainda só tem um texto, mas tenho planos de o actualizar mais regularmente nos tempos próximos. Inclusivamente, planos para um projecto naquele espaço, mas isso será debatido depois. Obrigado a todos, pela força e pelo apoio incondicionais que me têm dado neste momento, aprecio a vossa amizade e o vosso carinho, de facto não é nada fácil, ainda ando mal e meio abananado, de ter perdido assim um blog que tinha tanto de mim.

Obrigado, sobretudo, por me lerem.

sexta-feira, abril 17, 2009

hush


A Silver Mt. Zion - Broken Chords Can Sing A Little

goodbye?

Sem que eu perceba muito bem porquê, o meu blog exanimatus, na blogdrive, desapareceu... eu não o apaguei, garantidamente, mas de repente deixou de existir. Isto é um choque, até porque nunca guardo os textos que coloco online, logo, tudo aquilo que lá tinha se perdeu, aparentemente de forma irremediável. Não sei se foi hack, se foi erro da blogdrive, o que sei é que, de súbito, nem quando entro na sessão encontro o blog...

terça-feira, abril 14, 2009

Parabéns, Sandra!!!


Graciano Saga - Gosto das Peludas

Tens direito a faixa musical alusiva, e tudo. E rítmica. Muito rítmica.

(outra) obsessão

- olha lá, isto, o que era preciso, era ter uma gastro-entrite. Como é que se apanha uma coisa dessas?
- para que é que querias uma gastro-entrite?! Olha que isso dói como poucas coisas na vida!
- sempre emagrecia. Conheço umas três ou quatro pessoas que estão magras que nem cães, depois de terem tido gastro-entrites durante uns dias.
- o melhor era fazeres exercício.
- eu já fui magro e nunca fiz exercício. Explica lá isso.
- é o metabolismo, sabes como é que é... também eras mais novo.
- pois, mas agora estou gordo demais, devia perder uns 15 quilos.
- também não exageremos, não estás assim tão mal. Enfim, nada que um exercício não resolvesse.
- foda-se, mais à merda do exercício...
- tem de ser, pá!
- prefiro morrer à fome e morrer magro, ao menos a fome estimula a mente.
- olha, ou isso.

quinta-feira, abril 09, 2009

À noite (2)

No Déjà vu, fotografias tiradas pela Luísa, com o meu telefone:

Nené, Marcelo e Pedro atentos à conversa.

Nené a ponderar sobre um assunto, Pedro a gesticular habitualmente conforme discorre sobre... o Wolverine?

Nené a reflectir intelectualmente, Marcelo a esboçar um semi-sorriso, Pedro a dedicar atenção à conversa ou, pelo menos, à pessoa que falava. Que, reconheça-se, era a Sónia, e era agradável.

Nené a... coiso.

Marcelo desfocado com as tendas do 120 lá ao fundo.

Marcelo e um copo de Famous Grouse, de que só se vê o topo.

quarta-feira, abril 08, 2009

Mais Óbidos! (^o^)

Panorâmica da Cerca do Castelo, utilizando uma bela função do telemóvel, que é a de tirar três fotografias e juntá-las numa só - esta foto foi tirada com a perfeita noção de que está uma bela merda.

Restos do Festival do Chocolate, escondidos contra a muralha.

Pato Matino, a fugir à foto. Na versão ampliada (clique-se na dita foto e ela surgirá em seu esplendor real), vê-se melhor o Pato per se.

No Miradouro, ainda sem ginja nenhuma em cima, o que, diga-se, é pena.

No Miradouro, já a ponderar gastar €2.50 num copo de ginja.

No Miradouro, mas, agora, a apontar para o outro lado.

Este arco sempre me aprouve, sei lá bem porquê.

Selecção feminina de futebol... Sub-21? Belga, a atravessar a Rua Direita, e nós, predadores sexuais desesperados, no seu encalço.

Exposição na Galeria Ogiva.

Sei lá porquê, chamam a isto "a casa do Romeu e da Julieta". Quer dizer, até sei, mas é tão ridículo, que me custa a contar.

O meu pai guardou esta imagem quando a casa (no caso, a casa "do Romeu e da Julieta") esteve em reconstrução. Não se vê muito bem e, mesmo que se visse, a verdade é que não há muito para ver.

Este puxador de porta em forma de canídeo é mostrado num percurso turístico específico, que só mostra pequenos pormenores interessantes da vila. Poupo já trabalho aos guias.

Porta da Vila, com velhos sentados do lado direito e um motard do lado esquerdo.

Aqueduto, no caminho do Bairro dos Arcos até à vila.

Parece que, em Óbidos, ce vende um terreno. Seria de valor mandar uma sms para este número só a dizer "Vende-se."

Casa das Fadas. Gosto deste sítio, e lembra-me bons amigos, boas tardes, boas leituras, boas músicas. Uma parga de coisas boas, portanto.

Pelourinho, Solar de Santa Maria/Museu Municipal e, enfim, Rua Direita, que, para muito turista (e não só) parece ser a única rua que Óbidos tem.

Santuário do Senhor da Pedra, ao fundo. Não estava assim tão ao fundo, mas, por mais cliché que pareça e seja, foi com o telemóvel e, embora a camera seja de 2 mega pixel, não tem zoom e fotografa tudo dando a impressão que as coisas estão mais afastadas do que na realidade estão. Talvez devesse arranjar uma máquina fotográfica "a sério"...

Eu (esquerda) e Nené (direita) a voltar para casa.

À noite

No CCC, com um cavalheiro alheio a ficar na foto, com ar de quem não está assim tão alheio.

No Trombone, com um dos dois elementos de um casal da mesa em frente.

Xana, ou "como deixar de saber meter conversa com pessoas agradáveis à vista"

- eras pessoa para ir ver Dead Combo?
- hm... era, pois.
- não... quer dizer... o que eu queria dizer era se eras pessoa para ir ver Dead Combo
comigo...
- ah... ok.

terça-feira, abril 07, 2009

Impressões d'Os Três Macacos


Confesso que, depois de ter visto A Valsa com Bashir há duas semanas, não pensei ver um filme tão bom assim tão depressa. Serei rápido na minha apreciação, e o mais certo é que me repita, já que noto que, por estupidez e casmurrice em me educar relativamente ao cinema, acabo sempre por dizer as mesmas coisas. Mas, vá...
Como todos os filmes que tenho visto no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Raínha (e já são alguns, estive ainda agora a contar os bilhetes, e já é um maço razoável), não é um filme fácil. Se calhar, comparava-o, no que à história diz respeito, ao Sügisball - indiscutivelmente um dos meus favoritos - já que as personagens, embora menos e mais exploradas individualmente, vivem num estado de apatia e conformismo que as leva a, como na fábula dos Três Macacos, nunca ver o mal, nunca ouvir o mal, nunca falar do mal. O filme está cheio de bonitas (ou perturbadoras, conforme o ponto de vista) metáforas visuais, como sejam as visões de um membro da família que morreu afogado num passado nunca realmente explicado, acompanhadas de um calmo e, passado uns minutos, bastante irritante som de água a pingar no que parece ser um recipiente. O filme é lento, tem uma cadência muito própria, e usa filtros de imagem sempre cinzentos ou creme, o que ajuda a acentuar a melancolia em que tudo está embebido. As personagens não são carismáticas, são, até, apresentadas numa sub-vulgaridade estarrecedora, na qual muito poucos espectadores se poderão rever totalmente. Ao contrário, por exemplo, d'A Valsa com Bashir, ou de Por Entre os Dedos, ambos filmes que também vi no CCC, ou, até, de um certo ponto de vista, Quatro Noites com Anna, Os Três Macacos não é um daqueles filmes a que possamos chamar de "um murro no estômago". É violento, e tudo isso, mas é simplesmente demasiado melancólico e "surrealmente real", para causar uma reacção instantânea, quando acaba. É mais como uma espécie de sonho subliminar, uma coisa que vai acontecendo devagar, mas que deixa, indelevelmente, marcas profundas.

Quem estiver interessado a ver um bonito, lento e poético exercício de cinema, a contar a história das estórias de uma família turca de classe baixa, é, sem dúvida, um filme a ver. Todos os que contarem com mais movimento, interacção, diálogo e, no fundo, mais coisas a passar, não é este o filme que devem buscar. Para quem estiver num ponto intermédio, ou para quem não entendeu nada do que estive para aqui a dizer, é de aconselhar, porque, dito simplesmente, o filme é soberbo.

segunda-feira, abril 06, 2009

sexta-feira, abril 03, 2009

Se ao menos eu soubesse tirar fotografias decentes/-mente...



Sim, eu sou daqui. As cerejeiras estão em flor - que ainda é o que escapa no meio disto tudo.

N.B.: Na foto de baixo, i.e., a das casas e da muralha ao fundo, para aqueles com um sentido de orientação alternativo e funcional a seu modo especial, em cima, à direita, a estrutura que se avista é a antena de comunicações do posto da GNR de Óbidos. Só aí se vê o quão sou um fotógrafo de valor.

terça-feira, março 31, 2009

Para a Margarida e o Manuel:

"I am an excitable person who only understands life lyrically, musically, in whom feelings are much stronger as reason. I am so thirsty for the marvelous that only the marvelous has power over me. Anything I can not transform into something marvelous, I let go. Reality doesn't impress me. I only believe in intoxication, in ecstasy, and when ordinary life shackles me, I escape, one way or another. No more walls."
Anaïs Nin

segunda-feira, março 30, 2009

Projecto de coisa em Lulu.com:

Já "publiquei" um livro no site lulu.com; podem ver o livro aqui e/ou comprá-lo, em formato tradicional (cerca de 15 euros) ou em download (grátis), clicando na imagem abaixo:

Support independent publishing: buy this book on Lulu.

N.A.: O livro não está paginado porque eu sou, notoriamente, uma criatura preguiçosa e procrastinadora, que só se lembra desses pormenores no fim.

"I'm not a monster, it's only a mask!"

Às vezes pergunto-me o que é que ainda venho aqui fazer. Aqui, à net, aos blogs, sei lá... ver estas coisas todas sempre na mesma, nunca nada de novo, nunca ninguém a falar, e isto, infelizmente, é o único sítio onde posso vir desabafar das coisas ridículas que persistem na minha vida - calculo que todas as vidas tenham o seu quê de ridículo, ocasionalmente, mas neste caso trata-se da minha.

Venho da televisão para o computador e do computador volto para a televisão, leio umas coisas pelo meio, choro bastantes vezes com a sensação esquisita de que tive a pessoa da minha vida mas agora ela foi-se embora e não volta mais. E não falo com ninguém sobre isso, porque, foda-se, dizem-me sempre e só o mesmo, e eu estou farto de ouvir sempre e só o mesmo. Como tudo, em mim, queria que as pessoas seguissem o meu guião espiritual/existencial invisível, e que me dissessem exactamente o que queria que dissessem, ou queria só que me ouvissem, mas que me dessem atenção, mesmo que não digam nada. Saber que alguém se preocupa comigo, sim, quero muito que as pessoas que me importam se preocupem comigo, que queiram saber de mim, que me queiram ajudar, que queiram saber o que podem fazer para que eu não chore tanto nos intervalos dos livros e do computador e da televisão (no fundo, acho que essas alturas se tratam das vezes em que realmente vivo e me preocupo, não é a apatia irritante do costume), a pensar que a minha vida é uma merda, a sentir que a minha vida é uma merda, que estou para aqui sozinho, a afundar-me cada dia mais em pensamentos auto-destrutivos, a porcariazinha das palavras da psicóloga que me forço a repetir, mas de tanto as repetir deixaram de fazer sentido, é como as orações, acho eu, e como as teorias do curso... a gente repete as coisas até perderem a alma do que eram, a gente convence-se das verdades que bem entender, até que essas verdades já são mais que verdades, são dogmas, ou coisa que o valha, e deixa a alma num outro sítio qualquer. E deixamos de nos encantar com as pessoas e com as coisas, porque "o amor não vale a pena", mesmo que valha, porque nos magoámos tanto, que não queremos passar por isso outra vez.

Quem é que lê isto? Quem é que vai querer saber disto daqui a uns dias, a uns meses? Eu vivo à espera de saídas, de cafés, de conversas, de telefonemas, de partilhas de existências que nunca vão acontecer. É evidente, por mais que o tempo passa.

Eu preciso de um abraço de jeito. Sinto tão concretamente que não sirvo para mais nada. Nem para escrever, diga-se, já. Venho para aqui cheio de ideias e no fim acabo por não escrever nada, porque nada me sai como eu queria, como devia sair. E neste momento doem-me os dedos e a cabeça, quero falar de coisas de que não quero falar, quero perguntar de coisas por demais evidentes, mas sei que as pessoas que me poderiam responder só diriam coisas que eu não quero mesmo nada saber. Quero adormecer, acho que isso era o melhor, desde que não sonhasse com estas coisas com que sonho quase todas as noites.

Quero morrer, se alguém prometer que se lembra de mim no fim disto tudo.

sábado, março 28, 2009

^o^


Devendra Banhart - A Ribbon

I'm not evil,

it's even lame how not evil I truly am.

quinta-feira, março 26, 2009

quarta-feira, março 25, 2009

"Who built the love?"


Portugal. The Man - Elephants

terça-feira, março 24, 2009

Missing Mark Sandman

E a seguir:


Três Macacos (Üç Maymun), de Nuri Bilge Ceylan, em exibição no CCC das Caldas da Raínha no próximo dia 6 de Abril, Segunda-feira (como sempre, aliás).

Impressões d'A Valsa Com Bashir

Vi o filme ontem e, caraças!, é, absolutamente, uma obra de arte. Sob todos os aspectos. Para além disso, julgo que abriu os olhos a muita gente que ali estava sentada à espera de outra coisa.
Reconheço que ia com algum medo de que a vertente de "documentário" do filme fosse mais acentuada do que realmente é, e que isso me fizesse gostar menos do filme, mas, felizmente, essa parte é só uma outra maneira de contar a história - pessoal e colectiva - da personagem principal (o autor/realizador, Ari Folman, dá a entender que se trata de si próprio), a qual, conforme vai avançando na (re)descoberta do seu passado subconscientemente esquecido, se vai enchendo de imagens cada vez mais surreais, até terminar no realismo absurdo de uma filmagem vídeo "tradicional", de mulheres e mães palestinianas a chorar a perda das suas famílias, no meio de corpos massacrados.

Gostaria, além de recomendar, mais uma vez, este filme, a todos os que estiverem interessados em cinema de qualidade (mais uma vez, não se deixem influenciar pelo facto de a Academia ter nomeado o filme para os Oscares), deixar um pedido de deculpas, em nome de Ari Folman, aos senhores muito... "cultos", que estavam atrás de mim, a falar de correntes e estéticas culturais, que pareceram muito indignados pelo facto de o filme ser em hebraico, e não em francês e de, para além disso, todos os textos - legendas à parte - serem em inglês. Lamento, se nem tudo o que é cultura vem de França. Aliás, não lamento nada, estou a ser irónico, caríssimos. Já me começam a fartar esses linces ibéricos da cultura, que acham que tudo o que é de valor tem de, obrigatoriamente, ser francês...

quinta-feira, março 19, 2009

Me & The Minibar

(acho que sei para quem é esta... letra de música.)

Bring two pre-fixed dinners up
I'll unwrap the plastic cups
It's just us, my love
It's just us, my love

I will make the room up nice
Put your insides all on ice
It was real, true, love
It was real, true, love

Close all the windows
Put signs on the handles
And strip down to my dum-de-dums
You have gone so far
You have come so far

And tonight
It's just me and the minibar

Candles from the Wal-Mart that
Every city's got to have
That I bought last night
That I bought last night

I was so excited to
Do such normal things with you
When you left last night
With your toothbrush dry

No such details will spoil my plans
That is the kind of girl I am
Ha, ha, ha

Can you hear room 318
Man, they're really happening
They're a wild bunch
They're a wild bunch

But if they just knew what my night was coming to
God, would they fall down and run
You have gone so far
You have gone too far

So tonight
It's just me and the minibar
Nobody else

And I sing at the top of my lungs
Happy birthday, us
Happy birthday, us

The Dresden Dolls

segunda-feira, março 16, 2009

The Happiness Project



Nunca na minha vida tinha ouvido uma ideia tão original (presumo que a ideia, em si, não seja original, mas, sim, a concretização da mesma) a nível musical, como este álbum de estreia, a solo, de Charles Spearin (Do Make Say Think, Broken Social Scene). Basicamente, baseado nas flexões, inflexões, tons, cadências, fluências, ritmos e melodias naturais das vozes das pessoas que o rodeiam, Charles Spearin, acompanhado de alguns amigos músicos, "compôs" músicas, nas quais a voz tem um papel fundamental - e principal -, dando bastantes vezes a entender, ao longo do álbum, que estamos a ouvir alguém a cantar, ou a utilizar a fala como um instrumento propositadamente. Mas não. São só os vizinhos, a mulher, as filhas e ele, a conversar. Aconselho verdadeiramente, em particular a todos aqueles que procuram algo novo (embora alerte para o facto de o resultado final poder não agradar a todos os ouvidos... é, na verdade, um álbum conceptual bastante experimental, avant-garde, chamemos-lhe o que quisermos, de onde resultaram músicas finais bastante similares a blues, jazz, folk, sobretudo coisas deste género), a que arranjem uma forma de ouvir este álbum maravilhoso, na íntegra, inclusivamente, se assim puder ser. E termino, com as palavras do próprio Charles Spearin a propósito deste seu projecto:

"These are my neighbours. My wife and I have two little kids and live downtown Toronto. In the summertime, all the kids in the neighbourhood play outside together and everyone is out on their porch enjoying each other’s company, telling stories and sharing thoughts. A year or so ago, I began inviting some of them over to the house for a casual interview vaguely centered around the subject of happiness. In some cases we never broached the subject directly but nonetheless my friends began to call it my 'Happiness Project.' After each interview I would listen back to the recording for moments that were interesting in both meaning and melody. By meaning I mean the thoughts expressed, by melody I mean the cadence and inflection that give the voice a singsong quality. It has always been interesting to me how we use sounds to convey concepts. Normally, we don’t pay any attention to the movement of our lips and tongue, and the rising and falling of our voices as we toss our thoughts back and forth, just as we don’t pay attention to the curl and swing of the letters as we read. I wanted to see if I could blur the line between speaking and singing and write music based on these accidental melodies. So, I had some musician friends play these neighborhood melodies as close as they could on different instruments (the tenor saxophone as Mrs. Morris, the harp as Marisa, etc.) and then I arranged them as though they were songs. The result is a beautiful and unique collection of songs, blissfully blurring the lines between jazz, folk, indie rock, and inspirational improvisation."

(E, pelo menos a mim, faz-me mesmo sentir feliz, no fim de cada audição que lhe dedico.)

I get those as well!!

Cutty Sark


Art Brut - Mysterious Bruises

I'm going through this Art Brut phase right now.

sexta-feira, março 13, 2009

Dance Music



Errors - Dance Music

Que bom filme é vossemecê, caríssimo? (Interné, parte qualquer-coisa)




Você é "O ódio" de Mathieu Kassovitz. Você é inconformado(a), revoltado. Vive se metendo em brigas, mas tem muita atitude. Para além disso, você (eu) faz testes que dão resultados em Português do Brasil, o que é uma coisa bastante terna, melíflua, até, reconheça-se.

Faça você também Que
bom filme é você?
Uma criação deO
Mundo Insano da Abyssinia

enfim... acho que também mereço uma de mim próprio, de vez em quando... (T-T)


Morphine (THEY ARE TRULY THE BEST*) - I Know You (Pt. III)

* I am so fucking biased, it sucks... (I'm also aware of the tense variation in my using of the present in "are", when they, indeed, were , Past/Simple Past - for me, they ARE, Present/Simple Present)