quarta-feira, abril 22, 2009
Tarde nas Caldas (da Raínha)
terça-feira, abril 21, 2009
segunda-feira, abril 20, 2009
domingo, abril 19, 2009
novo exanimatus

Obrigado, sobretudo, por me lerem.
sexta-feira, abril 17, 2009
goodbye?
terça-feira, abril 14, 2009
Parabéns, Sandra!!!
Graciano Saga - Gosto das Peludas
Tens direito a faixa musical alusiva, e tudo. E rítmica. Muito rítmica.
(outra) obsessão
- para que é que querias uma gastro-entrite?! Olha que isso dói como poucas coisas na vida!
- sempre emagrecia. Conheço umas três ou quatro pessoas que estão magras que nem cães, depois de terem tido gastro-entrites durante uns dias.
- o melhor era fazeres exercício.
- eu já fui magro e nunca fiz exercício. Explica lá isso.
- é o metabolismo, sabes como é que é... também eras mais novo.
- pois, mas agora estou gordo demais, devia perder uns 15 quilos.
- também não exageremos, não estás assim tão mal. Enfim, nada que um exercício não resolvesse.
- foda-se, mais à merda do exercício...
- tem de ser, pá!
- prefiro morrer à fome e morrer magro, ao menos a fome estimula a mente.
- olha, ou isso.
quinta-feira, abril 09, 2009
À noite (2)
quarta-feira, abril 08, 2009
Mais Óbidos! (^o^)
Xana, ou "como deixar de saber meter conversa com pessoas agradáveis à vista"
- hm... era, pois.
- não... quer dizer... o que eu queria dizer era se eras pessoa para ir ver Dead Combo comigo...
- ah... ok.
terça-feira, abril 07, 2009
Impressões d'Os Três Macacos

Como todos os filmes que tenho visto no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Raínha (e já são alguns, estive ainda agora a contar os bilhetes, e já é um maço razoável), não é um filme fácil. Se calhar, comparava-o, no que à história diz respeito, ao Sügisball - indiscutivelmente um dos meus favoritos - já que as personagens, embora menos e mais exploradas individualmente, vivem num estado de apatia e conformismo que as leva a, como na fábula dos Três Macacos, nunca ver o mal, nunca ouvir o mal, nunca falar do mal. O filme está cheio de bonitas (ou perturbadoras, conforme o ponto de vista) metáforas visuais, como sejam as visões de um membro da família que morreu afogado num passado nunca realmente explicado, acompanhadas de um calmo e, passado uns minutos, bastante irritante som de água a pingar no que parece ser um recipiente. O filme é lento, tem uma cadência muito própria, e usa filtros de imagem sempre cinzentos ou creme, o que ajuda a acentuar a melancolia em que tudo está embebido. As personagens não são carismáticas, são, até, apresentadas numa sub-vulgaridade estarrecedora, na qual muito poucos espectadores se poderão rever totalmente. Ao contrário, por exemplo, d'A Valsa com Bashir, ou de Por Entre os Dedos, ambos filmes que também vi no CCC, ou, até, de um certo ponto de vista, Quatro Noites com Anna, Os Três Macacos não é um daqueles filmes a que possamos chamar de "um murro no estômago". É violento, e tudo isso, mas é simplesmente demasiado melancólico e "surrealmente real", para causar uma reacção instantânea, quando acaba. É mais como uma espécie de sonho subliminar, uma coisa que vai acontecendo devagar, mas que deixa, indelevelmente, marcas profundas.
Quem estiver interessado a ver um bonito, lento e poético exercício de cinema, a contar a história das estórias de uma família turca de classe baixa, é, sem dúvida, um filme a ver. Todos os que contarem com mais movimento, interacção, diálogo e, no fundo, mais coisas a passar, não é este o filme que devem buscar. Para quem estiver num ponto intermédio, ou para quem não entendeu nada do que estive para aqui a dizer, é de aconselhar, porque, dito simplesmente, o filme é soberbo.
segunda-feira, abril 06, 2009
sexta-feira, abril 03, 2009
Se ao menos eu soubesse tirar fotografias decentes/-mente...
N.B.: Na foto de baixo, i.e., a das casas e da muralha ao fundo, para aqueles com um sentido de orientação alternativo e funcional a seu modo especial, em cima, à direita, a estrutura que se avista é a antena de comunicações do posto da GNR de Óbidos. Só aí se vê o quão sou um fotógrafo de valor.
terça-feira, março 31, 2009
Para a Margarida e o Manuel:
segunda-feira, março 30, 2009
Projecto de coisa em Lulu.com:
"I'm not a monster, it's only a mask!"
Venho da televisão para o computador e do computador volto para a televisão, leio umas coisas pelo meio, choro bastantes vezes com a sensação esquisita de que tive a pessoa da minha vida mas agora ela foi-se embora e não volta mais. E não falo com ninguém sobre isso, porque, foda-se, dizem-me sempre e só o mesmo, e eu estou farto de ouvir sempre e só o mesmo. Como tudo, em mim, queria que as pessoas seguissem o meu guião espiritual/existencial invisível, e que me dissessem exactamente o que queria que dissessem, ou queria só que me ouvissem, mas que me dessem atenção, mesmo que não digam nada. Saber que alguém se preocupa comigo, sim, quero muito que as pessoas que me importam se preocupem comigo, que queiram saber de mim, que me queiram ajudar, que queiram saber o que podem fazer para que eu não chore tanto nos intervalos dos livros e do computador e da televisão (no fundo, acho que essas alturas se tratam das vezes em que realmente vivo e me preocupo, não é a apatia irritante do costume), a pensar que a minha vida é uma merda, a sentir que a minha vida é uma merda, que estou para aqui sozinho, a afundar-me cada dia mais em pensamentos auto-destrutivos, a porcariazinha das palavras da psicóloga que me forço a repetir, mas de tanto as repetir deixaram de fazer sentido, é como as orações, acho eu, e como as teorias do curso... a gente repete as coisas até perderem a alma do que eram, a gente convence-se das verdades que bem entender, até que essas verdades já são mais que verdades, são dogmas, ou coisa que o valha, e deixa a alma num outro sítio qualquer. E deixamos de nos encantar com as pessoas e com as coisas, porque "o amor não vale a pena", mesmo que valha, porque nos magoámos tanto, que não queremos passar por isso outra vez.
Quem é que lê isto? Quem é que vai querer saber disto daqui a uns dias, a uns meses? Eu vivo à espera de saídas, de cafés, de conversas, de telefonemas, de partilhas de existências que nunca vão acontecer. É evidente, por mais que o tempo passa.
Eu preciso de um abraço de jeito. Sinto tão concretamente que não sirvo para mais nada. Nem para escrever, diga-se, já. Venho para aqui cheio de ideias e no fim acabo por não escrever nada, porque nada me sai como eu queria, como devia sair. E neste momento doem-me os dedos e a cabeça, quero falar de coisas de que não quero falar, quero perguntar de coisas por demais evidentes, mas sei que as pessoas que me poderiam responder só diriam coisas que eu não quero mesmo nada saber. Quero adormecer, acho que isso era o melhor, desde que não sonhasse com estas coisas com que sonho quase todas as noites.
Quero morrer, se alguém prometer que se lembra de mim no fim disto tudo.
sábado, março 28, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
quarta-feira, março 25, 2009
terça-feira, março 24, 2009
E a seguir:
Impressões d'A Valsa Com Bashir
Reconheço que ia com algum medo de que a vertente de "documentário" do filme fosse mais acentuada do que realmente é, e que isso me fizesse gostar menos do filme, mas, felizmente, essa parte é só uma outra maneira de contar a história - pessoal e colectiva - da personagem principal (o autor/realizador, Ari Folman, dá a entender que se trata de si próprio), a qual, conforme vai avançando na (re)descoberta do seu passado subconscientemente esquecido, se vai enchendo de imagens cada vez mais surreais, até terminar no realismo absurdo de uma filmagem vídeo "tradicional", de mulheres e mães palestinianas a chorar a perda das suas famílias, no meio de corpos massacrados.
Gostaria, além de recomendar, mais uma vez, este filme, a todos os que estiverem interessados em cinema de qualidade (mais uma vez, não se deixem influenciar pelo facto de a Academia ter nomeado o filme para os Oscares), deixar um pedido de deculpas, em nome de Ari Folman, aos senhores muito... "cultos", que estavam atrás de mim, a falar de correntes e estéticas culturais, que pareceram muito indignados pelo facto de o filme ser em hebraico, e não em francês e de, para além disso, todos os textos - legendas à parte - serem em inglês. Lamento, se nem tudo o que é cultura vem de França. Aliás, não lamento nada, estou a ser irónico, caríssimos. Já me começam a fartar esses linces ibéricos da cultura, que acham que tudo o que é de valor tem de, obrigatoriamente, ser francês...
domingo, março 22, 2009
quinta-feira, março 19, 2009
Me & The Minibar
I'll unwrap the plastic cups
It's just us, my love
It's just us, my love
I will make the room up nice
Put your insides all on ice
It was real, true, love
It was real, true, love
Close all the windows
Put signs on the handles
And strip down to my dum-de-dums
You have gone so far
You have come so far
And tonight
It's just me and the minibar
Candles from the Wal-Mart that
Every city's got to have
That I bought last night
That I bought last night
I was so excited to
Do such normal things with you
When you left last night
With your toothbrush dry
No such details will spoil my plans
That is the kind of girl I am
Ha, ha, ha
Can you hear room 318
Man, they're really happening
They're a wild bunch
They're a wild bunch
But if they just knew what my night was coming to
God, would they fall down and run
You have gone so far
You have gone too far
So tonight
It's just me and the minibar
Nobody else
And I sing at the top of my lungs
Happy birthday, us
Happy birthday, us
segunda-feira, março 16, 2009
The Happiness Project
"These are my neighbours. My wife and I have two little kids and live downtown Toronto. In the summertime, all the kids in the neighbourhood play outside together and everyone is out on their porch enjoying each other’s company, telling stories and sharing thoughts. A year or so ago, I began inviting some of them over to the house for a casual interview vaguely centered around the subject of happiness. In some cases we never broached the subject directly but nonetheless my friends began to call it my 'Happiness Project.' After each interview I would listen back to the recording for moments that were interesting in both meaning and melody. By meaning I mean the thoughts expressed, by melody I mean the cadence and inflection that give the voice a singsong quality. It has always been interesting to me how we use sounds to convey concepts. Normally, we don’t pay any attention to the movement of our lips and tongue, and the rising and falling of our voices as we toss our thoughts back and forth, just as we don’t pay attention to the curl and swing of the letters as we read. I wanted to see if I could blur the line between speaking and singing and write music based on these accidental melodies. So, I had some musician friends play these neighborhood melodies as close as they could on different instruments (the tenor saxophone as Mrs. Morris, the harp as Marisa, etc.) and then I arranged them as though they were songs. The result is a beautiful and unique collection of songs, blissfully blurring the lines between jazz, folk, indie rock, and inspirational improvisation."
(E, pelo menos a mim, faz-me mesmo sentir feliz, no fim de cada audição que lhe dedico.)
sexta-feira, março 13, 2009
Que bom filme é vossemecê, caríssimo? (Interné, parte qualquer-coisa)
Você é "O ódio" de Mathieu Kassovitz. Você é inconformado(a), revoltado. Vive se metendo em brigas, mas tem muita atitude. Para além disso, você (eu) faz testes que dão resultados em Português do Brasil, o que é uma coisa bastante terna, melíflua, até, reconheça-se.
Faça você também Que
bom filme é você? Uma criação de
Mundo Insano da Abyssinia
enfim... acho que também mereço uma de mim próprio, de vez em quando... (T-T)
Morphine (THEY ARE TRULY THE BEST*) - I Know You (Pt. III)
* I am so fucking biased, it sucks... (I'm also aware of the tense variation in my using of the present in "are", when they, indeed, were , Past/Simple Past - for me, they ARE, Present/Simple Present)




